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Carlos Xavier

A Sociedade Brasileira tem ampla consciência política do papel fundamental do agronegócio na economia do País.

Produzir alimentos é, sobretudo, estratégico.

A segurança alimentar de uma Nação é importante. Mas, mais importante ainda é gerar excedentes e propiciar ao País a internalização de dólares para equilíbrio da balança comercial, controle da inflação e manutenção do projeto econômico. Mesmo porque tudo isso é conseguido por uma atividade desenvolvida a “céu aberto”, com todos os riscos que a natureza oferece.

“No Congresso Nacional, suas duas Casas – Câmara e Senado – têm recebido com muita simpatia os projetos do setor, aprovando-os com louvor.  

No Judiciário, as Ações Diretas de Inconstitucionalidade têm obtido liminares junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), além de sentenças no exame de mérito. 

No Executivo, não só em diversos Ministérios, mas, sobretudo no Planalto, o setor vem recebendo o melhor reconhecimento pelos empregos gerados e a permanente circulação de riquezas.

Mesmo as congêneres, confederações representativas dos demais segmentos empresariais e profissionais, demonstram profundo respeito pelo trabalho desenvolvido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA.” É tudo isso!! Não. Ainda não é, chegaremos lá.

Entretanto, em curto espaço de tempo, Antônio Ernesto de Salvo elevou o patamar de prestígio da CNA a níveis inimagináveis. Seguramente, a representação política de maior credibilidade, mesmo levando em conta a discriminação cultural e histórica.

O trabalho desse líder proporcionou significativas mudanças no comportamento da maioria das lideranças estaduais, implementou e fortaleceu amplo trabalho de profissionalização do homem no campo, bem como a promoção social de sua família. Fortaleceu todos os segmentos das mais diversas e variadas cadeias produtivas. Tornou nosso setor mais conhecido e respeitado fora do Brasil, particularmente na efetivação do processo de globalização da economia.

Iniciamos procedimentos de proteção aos nossos produtos junto a OMC. O Itamaraty já nos ouve. O sistema sindical é cada vez mais sólido. A liderança na representação é inconteste. Não ouvir a CNA é não ouvir o setor. Consolida-se o Sistema – Sindicatos, Federações, SENAR, Institutos de Economia, Fóruns, Fundos e Fundações mantidas por nossas entidades. Consolida-se cada vez mais a CNA, nossa representação maior. Fruto do desempenho de Antônio Ernesto de Salvo, líder que sabe ouvir, compartilhar, compreender e decidir. Sua trajetória tem demonstrado a todos nós que, se não estamos no degrau que desejaríamos, certamente estamos no Rumo Certo.

Carlos Xavier
Presidente da Federação da Agricultura do Pará

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